Sete dias na ilha que o vulcão inventou: Taormina com o Etna ao fundo, o Caravaggio de Ortigia, o barroco cor de mel de Noto, o Vale dos Templos e os mosaicos de ouro de Palermo — cinco Patrimônios da UNESCO, um por dia, cada um na hora certa da luz.
“A gente não montou uma lista de atrações. Montou uma tabela de nascer e pôr do sol: cada saída tem hora marcada pela luz daquele dia, naquela cidade — o sol nascendo atrás da baía de Naxos com o Etna à esquerda, a Scala dei Turchi mudando de rosa a âmbar em cinquenta minutos.”
Para os gregos, o Etna era a forja de Hefesto. Não é paisagem de fundo: é o motivo de a ilha existir. Teleférico a 2.500 metros e 4x4 no maior vulcão ativo da Europa.
O Teatro Grego de Taormina, a Concórdia em Agrigento — mais bem preservada que quase tudo na própria Grécia —, Noto cor de mel e Ortigia.
O Mercato di Ortigia às 7h, Ballarò e Il Capo na primeira hora da manhã, a Vucciria à noite: a Sicília dos moradores.
Teleférico a 2.500 metros e 4x4 no vulcão, Patrimônio da UNESCO; à tarde, os vinhedos de lava do Etna Norte e o vinho vulcânico.
Saída no escuro para o belvedere: o sol nasce às 6h52 atrás da baía de Naxos, com o Etna à esquerda. Às 9h em ponto, os primeiros do dia a entrar no Teatro Grego.
O Enterro de Santa Luzia, pintado em Siracusa em 1608, quando Caravaggio fugia da prisão de Malta — a poucos passos do mercado onde você estará às 7h.
A Concórdia, o templo grego mais bem preservado, e a falésia branca no pôr do sol: de rosa a âmbar em cinquenta minutos, a diferença entre o clichê e a fotografia.
A Cappella Palatina — um teto inteiro de mosaicos de ouro, com os apartamentos reais abertos — e os mercados de Ballarò, Il Capo e Vucciria.
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A viagem também é uma experiência turística completa — quem não fotografa não fica de fora da programação.
7 dias / 6 noites — Taormina, Ortigia e Palermo, duas noites em cada. Só duas mudanças de mala na semana inteira.
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Curtiu o que você vai fotografar? Bora garantir sua vaga.
Quero garantir minha vagaO Teatro Grego na abertura e o amanhecer da baía de Naxos, com o vulcão à esquerda.
O vulcão de Hefesto, de teleférico e 4x4, e o vinho que nasce da lava.
O mercado dos moradores, o Caravaggio de 1608 e a Orelha de Dionísio.
O barroco cor de mel que acende no fim da tarde.
A Concórdia e a Scala dei Turchi no pôr do sol.
Mosaicos de ouro, mercados e a catedral normanda que fecha a semana.
Fim de setembro e começo de outubro: 22 a 27°C no litoral, mar ainda quente e luz longa no fim do dia. No Etna, a 2.500 metros, pode fazer 5 a 10°C, com vento.
Leve roupas leves, um casaco e calçado fechado para o vulcão. As saídas ao amanhecer pedem uma camada extra — e as igrejas, ombros cobertos.
É a virada do verão para o outono: a pedra de Noto e de Agrigento fica dourada na luz baixa, os vinhedos do Etna entram na vindima e a Scala dei Turchi ganha o pôr do sol mais longo do ano.
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De quem já viveu uma viagem com a gente
Um momento de imersão fotográfica em uma das nossas viagens.

Foi a primeira viagem que eu fiz que realmente eu digo: cara, eu quero só com elas agora!
— VIVI D’AVILA

Não é apenas uma viagem, é mais do que uma experiência — a gente se sente acolhida e protegida.
— JOELITA TAVARES

Já viajei muito pela Europa, muito pela Ásia, com vários grupos… mas viajar com o Foto em Curso é toda a diferença.
— ADELMA MONTAGNA
A polonesa radicada no Brasil, Katarzyna Chiluta, é coordenadora e professora do curso de fotografia no Instituto Foto em Curso em Brasília, onde já formou mais de 800 fotógrafos do básico ao avançado.
Possui formação em História da Arte, cursada em universidades da Polônia e em Roma, Itália, e é graduada em Fotografia pelo Centro Universitário IESB, onde recebeu a láurea de melhor aluna do curso.
Ativa na cena fotográfica atual, expôs em diversas mostras, entre elas a exposição Domus (200 mil visitantes, Museu da República/DF) e a mostra "Como Comemos", do Mercado Múndi.
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