Cinco dias de imersão fotográfica no coração do Cerrado: astrofotografia sob o céu mais escuro do Brasil Central, cachoeiras de água cristalina e o encontro com a Comunidade Kalunga.
"Em cinco dias na Chapada dos Veadeiros, você vai fotografar o céu estrelado do Cerrado, as formações rochosas esculpidas pelo tempo, as águas cristalinas de Santa Bárbara e os rostos e rituais da Comunidade Kalunga."
Trilhas, cachoeiras, cânions e o Cerrado aberto como cenário. A luz de agosto, seca e direta, cria contrastes que pedem atenção ao enquadramento e ao horário.
O céu do Planalto Central é um dos mais escuros e limpos do Brasil. Com a lua em fase crescente inicial durante toda a viagem, as noites favorecem a Via Láctea.
O contato com os Kalunga e a Aldeia Multiétnica abre espaço para uma fotografia mais humana, sensível e ética — com respeito e intenção.
Astrofotografia e Via Láctea no Jardim de Maitreya e na Aldeia Multiétnica.
Cachoeiras e formações rochosas esculpidas por bilhões de anos de erosão.
Águas azuis e cristalinas, com acesso preservado pela comunidade local.
Fotografia documental e de retrato no maior território quilombola do Brasil.
Cultura e paisagem ao entardecer, ponto de partida da imersão.
Quem quer aproveitar as férias para turismo fotográfico e compartilhar a paixão entre amigos de mesma afinidade.
Quem quer aproveitar uma viagem pensada para a fotografia e montar um projeto ou portfólio único.
A viagem também é uma experiência turística completa — quem não fotografa não fica de fora da programação.
Guia fotógrafo especializado pronto para tirar dúvidas todos os dias da viagem.
Bate-papo antes das saídas para explicar teoria e propor exercícios práticos.
Técnica alternativa que usa plantas e luz solar para criar imagens — conectando fotografia e terra.
Conteúdo fotográfico e turístico sempre lado a lado com a imersão nas culturas visitadas.
5 dias / 4 noites — saída e retorno de Brasília. Clique em cada dia para ver a programação completa.
A principal base para explorar a Chapada. Clima místico, ruas simples e atmosfera acolhedora voltada ao ecoturismo — ponto de partida para trilhas, cachoeiras e atrações naturais.
Uma das portas de entrada mais preservadas da região, com natureza intocada e forte presença da cultura Kalunga. Lar da Cachoeira de Santa Bárbara, de acesso controlado pela comunidade.
Projeto de convivência e preservação cultural em Alto Paraíso, reunindo etnias indígenas brasileiras. Nosso ponto de partida e um dos cenários mais potentes da viagem.
Descendentes de africanos escravizados que criaram comunidades livres na região. Mais de 250 mil hectares e um encontro que exige presença, escuta e respeito.
Cerrado de altitude, cânions e o Vale da Lua — paisagem lunar de pedra moldada por bilhões de anos de erosão.
Base para os dias de oficina, astrofotografia e trilha no Parque Nacional — com cachoeiras próprias e voo de balão opcional.
Coração da estação seca no Cerrado — tempo estável, pouca ou nenhuma chuva, dias ensolarados. A poeira das estradas de terra é presença certa.
Leve roupas em camadas, casaco para o amanhecer e astrofotografia, tênis de trilha obrigatório, protetor solar, hidratante labial e garrafinha de água.
A Lua Nova de agosto de 2026 ocorre no dia 12. Durante toda a viagem (17 a 21/08), a lua estará em fase crescente inicial — com menos de 30% de iluminação.
Madrugadas completamente escuras: a janela ideal para fotografar a Via Láctea no céu do Planalto Central.
Consulte disponibilidade e valor de quarto individual.
De quem já viveu uma viagem com a gente
Momento de imersão fotográfica no Cerrado
A polonesa radicada no Brasil, Katarzyna Chiluta, é coordenadora e professora do curso de fotografia no Instituto Foto em Curso em Brasília, onde já formou mais de 800 fotógrafos do básico ao avançado.
Possui formação em História da Arte, cursada em universidades da Polônia e em Roma, Itália, e é graduada em Fotografia pelo Centro Universitário IESB, onde recebeu a láurea de melhor aluna do curso.
Ativa na cena fotográfica atual, expôs em diversas mostras, entre elas a exposição Domus (200 mil visitantes, Museu da República/DF) e a mostra "Como Comemos", do Mercado Múndi.
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